O Sindiuti vem através deste comunicar aos servidores públicos municipais o resultado da negociação coletiva que havia iniciado no dia 13/09/2013 sobre pauta protocolada em 24/01/2013, contendo 10 (dez) itens, de onde foi tirada uma proposta contendo 5 (cinco ) itens :
1º Auxilio alimentação de 6,5 a 10% para compensar a defasagem salarial.
2º Auxilio transporte a todos os funcionários.
3º Periculosidade e insalubridade com índice de 10% ao servidores que exercem trabalhos de risco de vida e saúde.
4º Encontrar forma para pagar salário base de 950,00 aos ACS e ACE.
5º Pagar os 33% a que tem direito o professor que cumpre a carga horária de 20 hs em sala de aula.
A continuação da negociação ficou agendada para o dia 01/10/2013 que seria uma reunião entre gestor municipal e SINDIUTI. Reunião a qual aconteceu às 17:00 na sede da prefeitura do dia agendado, mas novamente não tivemos a presença do Sr. Alberto Muniz, prefeito municipal onde o mesmo, além de não se fazer presente em uma reunião agendada com 15 dias de antecedência não delegou autonomia de negociação as secretárias de administração e finanças, que também não podiam manter contato com o gestor mesmo por telefone. Desta forma nos foi apresentado contra proposta do prefeito que contém apenas 1 (um) item:
- Auxilio Alimentação aos servidores que possui piso salarial em compensação da defasagem salarial no valor de 7,2% sem retroativo a data base (abril) e que o pagamento só será feito à partir de janeiro de 2014. O SINDIUTI então apresentou uma nova proposta, a criação de três níveis para o auxilio proposto sendo:
nível 1 - de 7,2% para quem tem piso salarial
nível 2 - de15 a 22% para ACS e ACE;
nível 3 - de 33% para professores mencionados acima.
Que teremos uma resposta até terça feira dia 08/10/2013.
SINDIUTI, SE A UNIÃO FAZ A FORÇA, ENTÃO SOMOS FORTES!
terça-feira, 8 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
GRAÇA COSTA avisa: Deputados que votarem a favor do PL 4330 serão denunciados pelos(as) Trabalhadores(as) em 2014

A CUT novamente vai à Brasília em 1º e 2º de Outubro para acompanhar as sessões da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara e garantir que o Projeto de Lei (PL) 4330/2004, que amplia a terceirização e retira direitos de todos os trabalhadores com carteira assinada, não seja votado.
A ameaça cresceu após o presidente da Câmara, deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN), definir o prazo de cinco sessões da CCJC para que os parlamentares votem o parecer do relator, deputado Arthur Maia (PMDB-BA), favorável ao texto. Depois desse prazo, a matéria iria direto ao plenário da Casa.
Com o argumento de regulamentar a terceirização, o PL de autoria do empresário e deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO) apresenta uma série de retrocessos como a permissão para que a empresa terceirize todas as suas atividades. Ao contrário do que ocorre atualmente, quando apenas as funções de apoio, como limpeza e segurança, podem ser terceirizadas.
“Não vamos baixar as armas enquanto esse PL não for retirado da pauta do Congresso. Manteremos a pressão sobre os deputados, inclusive, lembrando que aqueles que votarem a favor serão amplamente denunciados pelos trabalhadores em 2014, quando haverá eleições”, foi categórica a Dirigente CUTista.
Porque lutar contra o Projeto de Lei 4330/2004 – O PL 4330/2004 está pronto para ser votado desde maio, mas manifestações da CUT dentro e fora do Congresso, por todo o país, fizeram com que a definição fosse adiada.
Em junho, uma mesa quadripartite foi constituída por pressão dos trabalhadores. O último encontro ocorreu no dia 2 de setembro e o impasse continuou sobre três pontos: o limite para a contratação de terceirizadas (as centrais sindicais não aceitam a terceirização para todos os setores da empresa), a garantia de organização sindical e a adoção da responsabilidade solidária – aquela em que a contratante assume as pendências deixadas pela terceira.
De acordo com um estudo de 2011 da CUT e do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o trabalhador terceirizado fica 2,6 anos a menos no emprego, tem uma jornada de três horas a mais semanalmente e ganha 27% a menos. A cada 10 acidentes de trabalho, oito ocorrem entre terceirizados.
Por conta desse cenário devastador, além de todas as centrais, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a maior parte ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e presidentes e corregedores dos tribunais regionais do Trabalho também afirmaram publicamente posição contrária à proposta.
fonte: CONFETAM
A ameaça cresceu após o presidente da Câmara, deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN), definir o prazo de cinco sessões da CCJC para que os parlamentares votem o parecer do relator, deputado Arthur Maia (PMDB-BA), favorável ao texto. Depois desse prazo, a matéria iria direto ao plenário da Casa.
Com o argumento de regulamentar a terceirização, o PL de autoria do empresário e deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO) apresenta uma série de retrocessos como a permissão para que a empresa terceirize todas as suas atividades. Ao contrário do que ocorre atualmente, quando apenas as funções de apoio, como limpeza e segurança, podem ser terceirizadas.
“Não vamos baixar as armas enquanto esse PL não for retirado da pauta do Congresso. Manteremos a pressão sobre os deputados, inclusive, lembrando que aqueles que votarem a favor serão amplamente denunciados pelos trabalhadores em 2014, quando haverá eleições”, foi categórica a Dirigente CUTista.
Porque lutar contra o Projeto de Lei 4330/2004 – O PL 4330/2004 está pronto para ser votado desde maio, mas manifestações da CUT dentro e fora do Congresso, por todo o país, fizeram com que a definição fosse adiada.
Em junho, uma mesa quadripartite foi constituída por pressão dos trabalhadores. O último encontro ocorreu no dia 2 de setembro e o impasse continuou sobre três pontos: o limite para a contratação de terceirizadas (as centrais sindicais não aceitam a terceirização para todos os setores da empresa), a garantia de organização sindical e a adoção da responsabilidade solidária – aquela em que a contratante assume as pendências deixadas pela terceira.
De acordo com um estudo de 2011 da CUT e do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o trabalhador terceirizado fica 2,6 anos a menos no emprego, tem uma jornada de três horas a mais semanalmente e ganha 27% a menos. A cada 10 acidentes de trabalho, oito ocorrem entre terceirizados.
Por conta desse cenário devastador, além de todas as centrais, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a maior parte ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e presidentes e corregedores dos tribunais regionais do Trabalho também afirmaram publicamente posição contrária à proposta.
fonte: CONFETAM
Vitória da CUT! Trabalhadores viram o jogo contra o PL 4330

Vitória da CUT! A liderança do governo e a bancada do PT se comprometem a não votar o Projeto de Lei (PL) 4330/2004, uma proposta de regulamentação da terceirização nociva à classe trabalhadora.
Depois de a militância cutista mobilizada impedir, em sucessivas sessões, a votação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, as lideranças partidárias suspenderam a tramitação na comissão e acordaram com o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), e com as centrais sindicais, a realização de uma comissão geral no Plenário com o objetivo de aprofundar o debate dentro da Casa. A atividade aconteceu no dia 18 de setembro.
Em um debate de altíssimo nível, representantes dos trabalhadores, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (ANAMATRA), da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e diversos deputados desmontaram as propostas e intenções dos empresários contidas no projeto e demonstraram, com argumentação consistente, o que ele representará para a classe trabalhadora.
A mobilização da militância cutista inverteu a correlação de forças, que até então era favorável à aprovação do PL 4330/04. O projeto, que poderia ser levado direto ao Plenário da Câmara, volta à sua tramitação normal na CCJ com um prazo de cinco sessões para apreciação, seguindo depois para o Plenário da Câmara. O que muda? O compromisso de um número crescente de partidos e parlamentares de não votar essa proposta.
Vitória da classe trabalhadora! Ninguém mais aprovará este projeto no escuro. Todos os holofotes estão virados para este enfrentamento fundamental para luta de classes no Brasil A atuação da Central foi decisiva, viramos um jogo que poderia ser uma grande tragédia.
A CUT mobilizou as categorias em todo o país e unificou os esforços dos mais diversos setores da sociedade contra esta tentativa de legalizar a precarização. E nesse processo é preciso lembrar dos aliados, as bancadas do PT e do PCdoB, que tiveram atuação exemplar desde o início do processo na luta contra a tentativa patronal de aprovar essa reforma trabalhista.
Os últimos meses foram de um amplo processo de discussão e conscientização sobre os riscos que o projeto do empresário e deputado Sandro Mabel representa, não apenas para os trabalhadores, mas para o futuro do Brasil. A mobilização foi crescendo. A cada semana, mais e mais trabalhadores/as se deslocavam de seus estados para dizer não ao PL 4330/04.
Entre junho e setembro, as centrais sindicais ainda fizeram o esforço conjunto de construir uma proposta que protegesse os direitos trabalhistas e garantisse a liberdade de organização sindical, mas os empresários permaneceram inflexíveis.
Os trabalhadores disseram não à exploração do capital, não às jornadas extensas e mal remuneradas, não às péssimas condições de saúde e segurança, não ao assedio moral, não à falta de proteção social e à rotatividade, não ao calote e ao desrespeito, não a esta mentira chamada PL 4330/04. E continuarão alertas: a CUT, sua militância e os 89 deputados federais do PT estarão em alerta contra qualquer tentativa de votar na surdina esse projeto
Os trabalhadores estão dizendo, em alto e bom som, ao Congresso, ao governo e aos empresários que o Brasil vai parar se esta vergonha for aprovada. Os trabalhadores estão dizendo em alto e bom som aos deputados que eles serão lembrados em 2014, pois a classe trabalhadora não será enganada por representantes do capital nas próximas eleições.
A base e a direção da CUT saem fortalecidas deste processo, com suas forças e disposição renovadas para lutar contra a flexibilização das relações de trabalho e precarização, revigorada para disputar um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil. Queremos crescimento com distribuição de renda, queremos redução da jornada sem redução de salário, queremos o fim do fator previdenciário, o fim dos leilões do pré-sal, queremos avançar em conquistas e garantir melhores condições de vida e de trabalho para os brasileiros e as brasileiras.
Depois de a militância cutista mobilizada impedir, em sucessivas sessões, a votação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, as lideranças partidárias suspenderam a tramitação na comissão e acordaram com o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), e com as centrais sindicais, a realização de uma comissão geral no Plenário com o objetivo de aprofundar o debate dentro da Casa. A atividade aconteceu no dia 18 de setembro.
Em um debate de altíssimo nível, representantes dos trabalhadores, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (ANAMATRA), da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e diversos deputados desmontaram as propostas e intenções dos empresários contidas no projeto e demonstraram, com argumentação consistente, o que ele representará para a classe trabalhadora.
A mobilização da militância cutista inverteu a correlação de forças, que até então era favorável à aprovação do PL 4330/04. O projeto, que poderia ser levado direto ao Plenário da Câmara, volta à sua tramitação normal na CCJ com um prazo de cinco sessões para apreciação, seguindo depois para o Plenário da Câmara. O que muda? O compromisso de um número crescente de partidos e parlamentares de não votar essa proposta.
Vitória da classe trabalhadora! Ninguém mais aprovará este projeto no escuro. Todos os holofotes estão virados para este enfrentamento fundamental para luta de classes no Brasil A atuação da Central foi decisiva, viramos um jogo que poderia ser uma grande tragédia.
A CUT mobilizou as categorias em todo o país e unificou os esforços dos mais diversos setores da sociedade contra esta tentativa de legalizar a precarização. E nesse processo é preciso lembrar dos aliados, as bancadas do PT e do PCdoB, que tiveram atuação exemplar desde o início do processo na luta contra a tentativa patronal de aprovar essa reforma trabalhista.
Os últimos meses foram de um amplo processo de discussão e conscientização sobre os riscos que o projeto do empresário e deputado Sandro Mabel representa, não apenas para os trabalhadores, mas para o futuro do Brasil. A mobilização foi crescendo. A cada semana, mais e mais trabalhadores/as se deslocavam de seus estados para dizer não ao PL 4330/04.
Entre junho e setembro, as centrais sindicais ainda fizeram o esforço conjunto de construir uma proposta que protegesse os direitos trabalhistas e garantisse a liberdade de organização sindical, mas os empresários permaneceram inflexíveis.
Os trabalhadores disseram não à exploração do capital, não às jornadas extensas e mal remuneradas, não às péssimas condições de saúde e segurança, não ao assedio moral, não à falta de proteção social e à rotatividade, não ao calote e ao desrespeito, não a esta mentira chamada PL 4330/04. E continuarão alertas: a CUT, sua militância e os 89 deputados federais do PT estarão em alerta contra qualquer tentativa de votar na surdina esse projeto
Os trabalhadores estão dizendo, em alto e bom som, ao Congresso, ao governo e aos empresários que o Brasil vai parar se esta vergonha for aprovada. Os trabalhadores estão dizendo em alto e bom som aos deputados que eles serão lembrados em 2014, pois a classe trabalhadora não será enganada por representantes do capital nas próximas eleições.
A base e a direção da CUT saem fortalecidas deste processo, com suas forças e disposição renovadas para lutar contra a flexibilização das relações de trabalho e precarização, revigorada para disputar um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil. Queremos crescimento com distribuição de renda, queremos redução da jornada sem redução de salário, queremos o fim do fator previdenciário, o fim dos leilões do pré-sal, queremos avançar em conquistas e garantir melhores condições de vida e de trabalho para os brasileiros e as brasileiras.
fonte: CONFETAM
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
DIA NACIONAL DO IDOSO: REFLEXÃO NECESSÁRIA
Organizar e cuidar do idoso é respeitar o nosso próprio futuro
Por Jacy Afonso.
De acordo com o IPEA a nossa expectativa de vida nos últimos anos vem se alargando. De 1994 a 2010 tivemos um crescimento na expectativa de vida de 5,3 anos, passamos de 68,1 anos para 73,4 anos. Esta conquista também é reflexor das melhorias nas condições físicas e mentais, bem como de uma maior participação das pessoas idosas na sociedade, afirmam os especialistas.
Há pouco tempo conheci o conceito “comunidade de destino”, que pude entender como espaços, vivências coletivas, que estamos destinados de forma irreversível a participar. Considerando os dados acima, entendo que cada vez mais este conceito de “comunidade de destino”, remetida a vivencia de ser uma pessoa idosa, pode ser pensado por milhões de brasileiros que colhem o fruto da conquista do direito de envelhecer, direito este que a bem pouco tempo só era conhecido por uma pequena parcela da população brasileira.
É imperativo, dentro dos espaços sindicais, o debate sobre a situação dos idosos no país, seus direitos e dificuldades, buscando alternativas criativas e corajosas para construir coletivamente o respeito devido aos precursores das nossas lutas e conquistas, aqueles que são ponto de convergência entre o que conquistamos no passado e o que queremos e precisamos assegurar para o futuro.
O movimento sindical possui uma dívida para com essas pessoas, uma dívida com aqueles que fazem o enfrentamento dos muitos desafios ainda vivenciados nessa etapa da vida. Para começar a saldar essa obrigação moral e política, além de organizar os aposentados, a CUT, suas confederações, federações e sindicatos precisam discutir a criação da Secretaria do Idoso e dos Aposentados, o que oportunizaria a reflexão, o planejamento e a organização de lutas articuladas e solidárias, da mesma forma como ocorre nas secretarias da Juventude, da Mulher Trabalhadora e de Combate ao Racismo.
O Estatuto do Idoso, em seu artigo 3º, “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.” Estes são compromissos que devem ser assumidos por todos, incluindo os movimentos sindicais.
O Dia do Idoso é comemorado no Brasil em 1º de outubro para celebrar a criação do Estatuto do Idoso. Neste dia, através dos companheiros Warlei Martins Gonçalles, presidente da Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil – COBAP, e Epitácio Luiz Epaminondas (Luizão), presidente do Sindicato nacional dos Trabalhadores Aposentados, Pensionistas e Idosos - SINTAPI/CUT, quero parabenizar a cada pessoa que traz marcas em seu rosto, lembranças e a experiência que ensina. Bem como, lutas incansáveis e exemplos que nos aproximam como sujeitos históricos em busca de uma sociedade justa e igualitária.
Abaixo trago a pauta definida pela CUT e demais centrais sindicais, representações de aposentados e pela COBAP, SINTAPI-CUT, para negociação com o Governo Federal, através do Ministério da Previdência Social.
- Extinção, substituição do fator previdenciário;
- Reajuste e recuperação do poder de compra dos benefícios das aposentações e pensionistas que recebem acima de 1 SM;
- Criação da Secretaria dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, subordinada ao gabinete da presidência e constituído por representantes de diversos ministérios, com a finalidade de coordenar a implementação de projetos e programas destinados aos aposentados, pensionistas e idosos;
- Criação do índice Nacional de Preços para a Terceira Idade, destinado a medir o índice de inflação para famílias compostas por idosos e famílias que possuam pelo menos dois idosos;
- Implantar, definitivamente, o conselho de seguridade social, conforme, inclusive, deliberação tomada no fórum nacional de previdência social;
- Acelerar o andamento dos processos de desaposentação; encaminhar solução para o pagamento das diferenças oriundas dos planos econômicos nas cadernetas de poupança e efetuar o pagamento das revisões pelo teto previdenciário nos anos de 1988 e 2004;
- Criação e implantação de taxa negocial a ser destinada ao sindicato de aposentados;
- Garantia de um sistema de previdência social pública universal e criação da previdência pública complementar;
- Garantir um percentual mínimo de 5% da exploração do Pré-Sal para o reajuste das aposentadorias;
- Conceder isenção do imposto de renda sobre os benefícios de aposentados e pensionistas;
- Manter e ampliar a lista de remédios gratuitos e de uso contínuo;
- Efetivar a reativação dos trabalhos da Comissão de Valorização do Idoso;
- Introduzir alterações na legislação de modo que os recursos da Previdência Social sejam oriundos também do faturamento e não somente da folha de pagamento das empresas;
- Retorno do auxílio funeral gratuito (extinto no governo FHC);
- Plano de Saúde com parceria com o Ministério da Saúde;
- Redução dos impostos para compra de veículos aos aposentados e pensionistas;
- Projeto do Ministério do turismo para os idosos;
- Desconto direto nos benefícios dos aposentados e pensionistas do valor da prestação de imóvel do Programa Minha Casa Minha Vida;
- Regulamentação e atualização dos artigos do estatuto do idoso;
- Discutir os impactos da desoneração da folha de pagamentos na previdência social e os demais subsídios fiscais que impactam em sua arrecadação.Jacy Afonso é secretário de organização da CUT.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Prefeito não sinaliza negociação e servidores de Filadélfia/BA poderão entrar em GREVE por tempo indeterminado a partir do próximo dia 08 de outubro.
Os membros do sistema diretivo do SISEF-BA encontram-se em regime de prontidão para efetuar um negociação coletiva para o bem da classe e do município. Conforme oficio protocolada na prefeitura, caso a negociação da DATA BASE não ocorra até o próximo dia 02 a GREVE será convocada por tempo indeterminado, com início a partir do próximo dia 08 de outubro.
Para mais informações, acessem a página do sindicato no facebook.
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